11 de setembro de 2007

Tragédias

Não, não é o 11 de setembro. É verdade que esta é uma data memorável, cujos acontecimentos mudaram o rumo da política mundial, e assim por diante. Mas esse blog, até onde eu saiba, é meu, e não estou com vontade de falar sobre a guerra contra o terrorismo, nem nada do gênero. Deixo isso aos que têm um amor por política global maior do que o meu.

Hoje, vou comentar é sobre a minha incrível capacidade de me machucar nas coisas mais estúpidas o possivel. Por exemplo:

Aos 3 anos, no jardim de infância, estava eu sentadinha brincando. Uma colega começou a correr e tropeçou no meu pé. Resultado: 2 dedos quebrados.

Na 4ª série, estava com uma amiga minha aqui em casa. Ela saiu correndo, eu saí correndo atrás. Bati o pé numa quina. Resultado: fratura exposta do dedo mindinho.

Eu tinha 12 anos, fazia ballet há 5 e jazz há 3. Nunca havia me machucado nessas atividades. Um belo dia, numa aula de jazz, fui fazer piruetas pela sala, como a professora ensinou. Uma, duas, três... Perdi o equilíbrio e caí no chão. Resultado: osso do tornozelo esquerdo estraçalhado, TODOS os ligamentos rompidos. Operação, 6 meses de cadeira de rodas, um ano de fisioterapia.

Em 2005, dentro de casa. Fui andar do meu quarto até o banheiro. Minha mãe estava varrendo o quarto dela, por isso tinha colocado várias coisas no corredor. Fui pular o ventilador, e dei uma tpada nele. Resultado: um dedo quebrado e outro luxado.

Este sábado à noite, num sítio em Friburgo. Tinham duas casas; fui sair de uma para outra, sem ver direito o caminho, porque, além de estar escuro, eu estava carregando uma vasilha de pipoca. Desci uma mini-escada de 3 degraus, e achei que acabava por aí. Ledo engano: tinha uma continuação de pedra de mais ou menos um metro, depois da qual tinha mais um degrau. Não o vi, continuei andando reto, pisei em falso. Resultado: torção no pé, um edema no maléolo e distenção nos ligamentos; uns 15 dias imobilizada, e fisioterapia.


Como me disse uma amiga, eu sou um perigo ambulante.

2 comentários:

MEET US disse...

Que esssooo?? Voceeeê um perigo ambulante? Isso sou eu, Mandinha... Essa sou eu.

Anônimo disse...

eITAAMANDA...que coisa minina. Vê se sara logo!

Mas olha só, e a pipoca? Adoro pipoca. Não deixou cair não, né? Pelo menos ela vc salvou...

Pra valorizar a sua imensa (e sincera) voluntariedade em ouvir relatos de incidentes semelhantes ao seu, vou contar um então. Uma vez, a Aline, namorada e prima de 3° grau de um grande amigo - enquanto desciamos aquela escadaria principal do Teatro Municipal -, tropeçou no carpete, não sei como, e caiu sobre uma senhora de uns 65 anos. Sorte que elas já estavam há dois degraus do final da escada. Bom, resultado, a "tiazinha" que não tinha nada a ver com história saiu de ambulância com um pé torcido e o braço direito seriamente machucado (talvez quebrado) e a Aline, a pessoa mais constrangida que eu já vi na vida. Chorava, implorava por perdão de 5 em 5 segundos e perguntava: "pra que colocar carpete na escada, pra que colocar carpete na escada?"

Depois conto uma minha...

Fica com Deus!
Melhoras