Caju? Mausoléu? Tiradentes?
Só pra descontrair o ambiente e dar sinal de vida, um fato verídico da minha semana. Não estava presente nessa hora, mas ouvi de fonte confiável, e conheço o protagonista pra saber que não é nada de se surpreender com algo desse tipo...
Os nomes são fictícios, para proteger a identidade de ambos.
Juvenal - Sabe aquele cemitério que tem aqui no Rio? São João Batista? Ou é no Caju? Não sei mais... acho que é to Caju mesmo, sabe?
Firmina - Sei, o que que tem?´
Juvenal - Lá tem aqueles negócios... como é o nome mesmo? Aquilo que tem em cemitério!
Firmina - Túmulo? Lápide? Mausoléu?
Juvenal - Isso, mausoléu! Tem vários lá, mas tem um enorme, o maior de todos, que é o do Tiradentes!
Firmina - Tiradentes? Mas ele não era de Minas? Por que ele seria enterrado no Rio?
Juvenal - Ah, sei lá... podem ter trazido ele pra cá, né?
Firmina - Aliás, ele não foi esquartejado, e os pedacinhos espalhados?
Juvenal - Ih, é verdade... Acho que eu tô confundindo. Não, espera! Não era o Tiradentes, não, era o Ruy Barbosa!
Lógico, os dois são iguaisinhos, né? Nomes parecidos, mesma profissão, mesma localidade, contemporâneos... Como diria meu professor de Metodologia, eles até tomavam chá juntinhos!


Nenhum comentário:
Postar um comentário